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Via-Bananeiras Diante da necessidade e da inexistência de um veículo informativo que se  dedicasse a noticiar o cotidiano da cidade de Bananeiras, surgiu a idéia da criação deste site. Neste espaço, estamos concentrando a documentação dos acontecimentos culturais, sociais, esportivos e turísticos de Bananeiras, dando-lhes o destaque e a importância merecidas. Uma verdadeira revista virtual, Via-Bananeiras registra os fatos (com fotos), de Bananeiras e da Paraíba. Confira!



Gianna Karin é Eleita a
Miss Bananeiras 2009

Por Guy Joseph

Em uma noite de pura beleza e encantamento a cidade de Bananeiras elegeu a sua nova Miss, para o reinado de 2009. Trata-se da jovem Gianna Karin, de 13 anos, filha do casal Giovanni Montinni e Mariana Muniz, que irá participar do concurso, Miss Paraíba 2009.
A festa aconteceu no Ginásio de Esportes de Bananeiras e contou com a presença maciça de um grande e entusiasmado público, além dos familiares das lindas candidatas. Estas, desfilavam pela passarela, com todo o charme, elegância e beleza. Todas, detinham as qualidades e potencialidades para que pudessem conquistar a coroa e a faixa de Miss Bananeiras 2009.
Ao longo de quase duas horas de desfile, finalmente a comissão julgadora, escolheu aquela que reunia a maior quantidade de pontos, somados, aos requisitos de beleza, elegância, simpatia e etc.
A cerimônia foi conduzida com maestria pelo jornalista, Robson Balbino, coordenador do Concurso no Brejo paraibano.
Mas, a grande festa teve a organização primorosa de Jemerson Oliveira Silva (a famosa Waleska), e Roberval Alves, que com a já conhecida competência e garra  profissional, trouxeram a beleza de Vilmara (atual Miss Serraria) e Brenda (a Miss Belém), para prestigiar o importante evento bananeirense.
A linda Miss Bananeiras 2009, Gianna Karin, deverá representar a nossa Cidade no concurso para a escolha da Miss Paraíba 2009. Gianna já demonstrou que detém as qualidades, que podem possibilitar a sua conquista ao título de Miss Paraíba 2009.
Aqui ficam os parabéns  e a torcida do Editor.


O desfile em traje de gala


Na passarela, traje esporte-fino


Gianna desfila em traje de banho


Beleza das Miss Belém e Miss Serraria


A Alegria de Mariana, com o resultado


Robson conduziu a cerimônia




A destruição      Foto: ©Guy Joseph


Fogo!

Por Guy Joseph

A cidade de Bananeiras vem sofrendo com uma série de incêndios, provocados pela vegetação seca e a irresponsabilidade criminosa dos que, de dentro de seus automóveis, atiram pontas de cigarros acesos no mato. O mais grave, é que Bananeiras ainda não dispõe de uma guarnição do Corpo de Bombeiros, dependendo do socorro dos Bombeiros da cidade de Guarabira, que ao serem chamados, levam cerca de trinta minutos para percorrer os 42 kilometros de distância, entre as duas Cidades.
O último incêndio, aconteceu no dia 9 de dezembro, por volta das dez horas da manhã. Incêndio dos mais violentos, alimentado pelo vento forte e que consumiu uma vasta área de vegetação da encosta que margeia a estrada que vai para a cidade de Solânea. O fogo, desta vez, chegou bem próximo às residências do alto da encosta, por pouco, não provocando uma tragédia de grandes proporções. O prejuízo para o meio-ambiente, é visível, com a destruição da vegetação e da morte de inúmeras espécies animais. No cenário calcinado, no primeiro dia após o incêndio, podia-se observar o vôo desorientado de pássaros que perderam seus ninhos, além de sua fonte de alimentos. Marrecos, Nhambus, além de Gaviões e Andorinhas, zanzavam, confusos, procurando por seus abrigos.
Urge, a criação de uma campanha de conscientização, para tentar diminuir a ocorrência destes incêndios, que destroem o meio-ambiente, além de enfear a paisagem e o verde que tanto encanta e atrai os turistas. É evidente, que uma campanha publicitária institucional, sozinha, não adiantaria em nada. É necessário o empenho de todos os cidadãos, com o objetivo de ajudar a preservar a natureza. Para isso, algumas pessoas já tem manifestado a sua disposição de se integrar a um trabalho voluntário, para a criação de brigadas de combate ao fogo, com a acessoria dos profissionais do Corpo de Bombeiros. Aliás, em diversos países da Europa, o combate aos incêndios é feito por voluntários civis. Este é um exemplo que poderia ser imitado, com as adaptações às nossas características e necessidades.
Cheguei a ouvir diversas pessoas, sugerindo que estes incêndios seriam criminosos, provocados por verdadeiros facínoras, que tiveram seus interesses contrariados. Ainda prefiro acreditar na ocorrência do incêndio acidental, pois, seria terrível descobrir que esse tipo de criminoso vive, impunemente, em nosso meio social.
A série de fotos, mostram a dimensão do estrago provocado pelo incêndio. Para ver as fotos ampliadas, basta clicar com o mouse em cima de cada uma delas.



O fogo chegou bem próximo às casas.


O perigo rondou às residências.


A destruição atingiu grandes áreas


Flora e fauna foram muito atingidos


Outro ângulo da grande destruição


O resultado dramático do fogo.


 


Cartaz do Projeto  Clic para ampliar

Fotografando a Natureza

Faz
um ano, que uma parceria entre a agência Mais Brasil-Turismo e o fotógrafo Guy Joseph, leva turistas para diversos lugares da Paraíba. O projeto tem a denominação de "Vivências" e consiste em viagens de aventuras, percorrendo pontos de interesse turístico do interior da Paraíba. Os grupos são formados por pessoas que gostam de aventura e de fotografar, e que ganharam a oportunidade de fazer suas fotos sob orientação de um profissional da fotografia. O instrutor de fotografia, o fotógrafo Guy Joseph, orienta as pessoas no sentido de conseguir melhores fotos, de acordo com o meio-ambiente. A fotografia na mata, por exemplo, tem as suas peculiaridades e conhecê-las, poderá proporcionar melhores fotos.
À noite, no hotel, o grupo se reúne para assistir a exibição, (em data-show), das fotografias realizadas por cada um dos participantes, quando é feita análise de cada foto, comentários, dicas e macetes técnicos sobre a arte e técnica fotográfica.
A primeira viagem foi realizada com um grupo de vinte pessoas, para a cidade de Bananeiras, entre os dias 7 e 8 de julho de 2007. Foram visitados o Cruzeiro de Roma, Goiamunduba, Cachoeira do Roncador, Mata do Matias e o casario histórico do centro da cidade de Bananeiras. O grupo ficou hospedado na pousada Laranjeiras, um antigo engenho transformado em hotel. Além de Bananeiras, foram realizadas viagens para Cabaceiras, visitando o Lajedo do Pai Mateus e o Sítio Bravo, entre vários outros atrativos locais.
Esse é um passeio para quem gosta de trilhas, contato com a natureza, aventura e de registrar em fotografia, as suas viagens.
O pacote inclui: Transporte, ida e volta, hospedagem em aptos. duplos e triplos, três refeições diárias, e taxas da visitação. As vagas são limitadas.
A próxima viagem está marcada para a cidade de Bonito-PE entre os dias 31/10/08 e 02/11/08. Maiores informações, podem ser obtidas na Mais Brasil, pelo telefone 83 3224 3050 ou na Av. Epitácio Pessoa, 3280 sala 104 - Tambauzinho - na Capital da Paraíba.


 

Ànny abraça Marta.   Clique na foto
para ampliar

Ecos da Vitória

Durante as comemorações da vitória (nas eleições municipais de Bananeiras), por conta da re-eleição da prefeita Marta Ramalho, uma verdadeira multidão se concentrou em frente à casa de familiares de Marta, todos querendo abraçar a vitoriosa Prefeita. Figuras as mais animadas, chegavam o tempo todo, com a alegria estampada no rosto e fazendo o "V" da vitória com as mãos. Marta era cumprimentada, a cada instante, pelos seus eleitores felizes. No flagrante fotográfico, registramos um desses momentos, onde a eleitora Ànny Oberoy, fez questão de abraçar a prefeita Marta Ramalho.


Marta Ramalho Leite, ladeada por
Cícero e Fabiano Lucena

Marta Ramalho Vence, Mais Uma Vez, em Bananeiras

Depois de empreender uma belíssima campanha, a prefeita Marta Ramalho Leite conquistou a reeleição, para a Prefeitura de Bananeiras, confirmando os indicadores das pesquisas, que já apontavam uma ampla diferença, na preferência do eleitor.
Marta deverá permanecer mais quatro anos a Frente da cidade de Bananeiras.
As comemorações estão sendo realizadas em frente a sede do Partido, com os eleitores manifestando o seu contentamento. A todo instante chegam mais e mais correligionários, que fazem questão de abraçar Marta Ramalho, em cenas de muita alegria e emoção.

 
Gianna a bela Porta-Bandeira

 
O Santa Vitória brilhou no desfile

 
Duas integrantes da Filarmônica

Desfile da Independência


A cidade de Bananeiras comemorou a data da independência do Brasil, com o tradicional desfile de 7 de setembro. Os festejos começaram com o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional.
Em seguida, as escolas e agremiações passaram a se concentrar nas imediações da Igreja Matriz, para dar início ao desfile cívico. As escolas participantes capricharam em suas performances, mostrando ao grande público presente, mensagens de crença em um futuro promissor, de paz e prosperidade para o País.
Destaque, para a Filarmônica Lira dos Artistas de Bananeiras, que executava diversos temas patrióticos, abrindo o desfile.
No palanque oficial, as autoridades municipais assistiam ao desfile, aplaudindo a passagem das diversas escolas e agremiações.




 

 
Casa Quilombola ©Renan Cepeda

Fotógrafo Carioca Visita Bananeiras

 Viajando elo interior da Paraíba, o fotógrafo Renan Cepeda, passou pela cidade de Bananeiras. Acompanhado pelo fotógrafo paraibano, João Lobo, Cepeda foi apresentado ao fotógrafo Guy Joseph. Da residência deste, saíram em um tour noturno pela cidade de Bananeiras.
O fotógrafo Renan Cepeda desenvolve um trabalho, onde fotografa em baixa velocidade com sua camera, registrando imagens noturnas e com uma lanterna vai pintando as arestas de casas e objetos. Essa técnica, é chamada "light paint", ou pintura com luz.
Renan Cepeda
é carioca, nascido em 1966, começou a fotografar em preto e branco já com 11 anos de idade. Aos 21 anos dá início a sua carreira profissional. Corria o ano de 1987. Sua grande escola foi a experiência no fotojornalismo. Colaborou para as maiores publicações do país, tais como Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Veja, Época, Isto É, Elle, Exame, entre muitas outras. Foi correspondente da agência francesa SIPA-Presse no Rio, de 1993 a 1995. Em 1996 fundou o “Arte de Portas Abertas” com outros artistas do bairro carioca de Sta. Teresa. Dedicando-se hoje integralmente à fotografia de arte, Renan Cepeda é reconhecido pelas pesquisas artísticas sobre técnicas fotográficas incomuns, como a fotografia infravermelha - que estuda desde 1991, elaborando a série “Invisíveis” – e a coleção “Pichações”, em que aplica processos de iluminação pontual sobre casas desabitadas, trabalho já premiado três vezes: International Agfa Photo Award em 2004; bolsa-prêmio da FUNDARPE - Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco e prêmio-aquisição no Salão de Santo André – SP, em 2005.
Suas fotos podem ser vista em seu site: -
www.renancepeda.com


Foto: ©Guy Joseph

Foi Dada a Largada!

Bananeiras acordou com a cidade repleta de atletas, que vieram de vários Estados do Nordeste, para a Corrida de Aventura, Desafio Costa do Sol 2008. No Marco Zero (em frente à Igreja de N. S. do Livramento), as equipes se concentravam para cuidar dos preparativos, ajustes dos equipamentos e estudo dos mapas, contendo as rotas da corrida. A coordenação da Neblina Adventure Center, promotora do evento, se desdobrava para que a competição pudesse acontecer, com toda a segurança. Nada foi esquecido. Uma ambulância equipada com material e assistencia médica, estava a postos para atender a qualquer eventualidade. Da mesma forma, uma viatura do Corpo de Bombeiros, equipada para resgate e salvamento, seguia toda a prova, prevenindo eventuais acidentes.
Na largada, a quebra de uma bicicleta, impediu que uma competidora quase não pudesse participar da prova. Desolada, Gaby chorava, sendo confortada pelos companheiros. Finalmente, apareceu uma bike, na qual a Gaby pôde largar. A reportagem conseguiu testemunhar a chegada de uma Gaby (agora risonha), a um posto de checagem em Goiamunduba.
Todas as providências, de infraestrutura, contaram com o desempenho da Secretária de Turismo, Ana Maria Gondim, que não desligava o telefone celular, para suprir o evento de todas as necessidades e sanar imprevistos. A corrida se encerra amanhã, domingo/17, com a chegada de todos os atletas.
Você pode ver mais imagens da corrida, no site 
www.neblinaonline.com





Foto: ©Guy Joseph

Desafio Costa do Sol 2008

O Desafio Costa do Sol 2008 vai para o Brejo novamente, será a segunda vez que essa bela região do Estado receberá uma corrida de aventura e terá como cenário principal o município de Bananeiras. Toda a região do Brejo Paraibano possui locais importantes para a prática de esportes de aventura. O Município de Bananeiras apresenta um grande leque dessas opções como trilhas em Mata Atlântica para trekking e Mountain Biking, várias cachoeiras, lagoas e até locais com rochas expostas para a prática de escalada em rocha e outras técnicas verticais.
Oferecer o novo e o diferente sempre é a intenção da organização. O corredor de aventura não se contenta com o igual, isso faz com que a Neblina Adventure Center sempre tenha a preocupação de oferecer um percurso desafiante às equipes, e a região do Brejo Paraibano apresenta todas as possibilidades para provas bonitas e de terreno difícil. Por essa razão foi montado um percurso especial de orientação pedestre com um mapa específico na escala de 1:5. 000 que será um dos diferenciais dessa prova.
Segundo Edmilson M. Fonseca Diretor Geral e de Percurso: Já estávamos de olho no Brejo há mais de 4 anos, mas a dificuldade com relação ao mapa fazia com que as provas não fossem realizadas, agora com a carta a disposição podemos finalmente dar a largada para o Desafio Costa do Sol mais duro da história. Desde abril deste ano começamos a visitar a região e posso afirmar que escolhemos os locais dos postos de controle a dedo.
Para este ano teremos dois projetos sociais que serão executados durante e após a realização do Desafio Costa do Sol 2008. O primeiro será a arrecadação de livros para a Biblioteca da cidade de Bananeiras. Lembramos a todas as equipes que tragam os livros de acordo com o regulamento da corrida para não causar desclassificação. O segundo projeto será a realização de um treinamento em Educação Ambiental e Técnicas de Condução de Trilhas para os condutores locais oferecido pelos Guias da Neblina Adventure Center (organizadora do Desafio Costa do Sol).
O Desafio Costa do Sol tem o apoio da Prefeitura Municipal de Bananeiras, Sebrae-PB, Colégio Executivo, Red Bull e da APCA Associação Paraibana de Corrida de Aventura.

Desafio Costa do Sol 2008 é etapa do:
Campeonato Paraibano de Corrida de Aventura ETAPA ÚNICA
CNA Circuito Nordestino de Aventura - ETAPA Paraíba
Válido pelo RBCA - Ranking Brasileiro de Corrida de Aventura.

 

 

Foto: ©Guy Joseph          Clique p/ampliar

Cavalo Marinho se Apresenta em Bananeiras
 
A cidade de Bananeiras viveu mais uma noite de beleza, brilho e encantamento, com mais uma apresentação do projeto cultural, "Sons do Brejo". O distrito de Chã do Lindolfo, foi o lugar marcado para testemunhar a riqueza da nossa cultura popular, com a apresentação do Cavalo-Marinho do Mestre João do Boi. O Cavalo-Marinho (folguedo popular nordestino), tem sua existência ameaçada pela falta de interesse, na preservação das nossas tradições e da cultura popular paraibana. O Cavalo-Marinho Infantil, veio da Capital, para se apresentar em Bananeiras e desperta curiosidade pela sua formação inusitada, constituída por crianças, que demonstram grande interesse, entusiasmo e compenetração em desempenhar, corretamente, o enredo do folguedo.
Mestre João do Boi, foi discípulo do saudoso Mestre Gazoza e reside no Bairro dos Novais, na Capital paraibana e continua mostrando o mesmo entusiasmo, de muitos anos dedicados à preservação e continuidade das nossas tradições populares.
 O Cavalo-Marinho Infantil, exibe o colorido e o brilho das fantasias, num espetáculo de pura beleza. A promoção é uma iniciativa da ONG Artesanal e tem patrocínio do FIC. No palco, podia-se assistir ao encontro de duas gerações: Mestre João (70 anos), mostrando toda a destreza de seus passos, diante da graça e leveza de uma jovem Mestra (formada por ele), em seus 11 anos de idade. A alegria e a emoção dos participantes contagia a platéia, que se diverte e aplaude, no final das belas evoluções do Cavalo-Marinho Infantil.

 


Foto: ©Guy Joseph

Dica de Lazer: Pesque & Pague Jardim


Localizado nas históricas ruínas do antigo Engenho Jardim, com paisagem deslumbrante, em contato direto com a natureza o seu laser de Domingo pode se tornar inesquecível. Estamos nos referindo, ao Pesque & Pague Jardim que dispõe de toda uma infraestrutura de viveiros e equipamentos para a prática da pesca esportiva, com a segurança e o conforto de um lugar aprazível, preparado para atender a todos os que procuram um divertimento saudável, prazeroso e estimulante. O Pesque & Pague Jardim é o melhor lugar para passar o dia de domingo e passear com toda a família, revivendo o clima e o cenário dos antigos engenhos de cana-de-açucar. A Casa-Grande do antigo Engenho Jardim, foi transformada em um grande e aconchegante restaurante, rústico, onde os visitantes podem saborear os mais deliciosos pratos da nossa culinária regional. E o melhor: o resultado da sua pescaria pode ser transformado em saboroso almoço de domingo, de toda a família. O carro-chefe, é a Tilápia frita, acompanhada de pirão arroz e salada de verduras. Uma delícia! Além do peixe, sugerimos o Bode guisado e a Galinha de Capoeira. O atendimento é atencioso, eficiente e muito rápido. Para quem não conhece, vale à pena dar uma passadinha. Quem conhece, volta sempre! No Pesque Pague Jardim, você pode encontrar, almoçando, inúmeras personalidades da sociedade bananeirense. Aberto aos Domingos.

 




Aperitivo & Turismo

Para abrir o apetite, nada como um bom aperitivo, antes da refeição. O Pesque & Pague Jardim oferece (além das tradicionais aguardentes), uma cachaça que vem chamando a atenção dos apreciadores. Trata-se da Cachaça Cobiçada, produzida no histórico Engenho Martiniano, localizado na visinha cidade de Serraria. Os atuais proprietários, Flávio e Vera Borba (foto), são habituês do restaurante Pesque & Pague e falam com entusiasmo, da nova fase do Martiniano, que foi todo restaurado e está em plena produção. Em entrevista, no restaurante do Pesque & Pague Jardim, Flávio e Vera revelam planos arrojados para a Cachaça Cobiçada. A reportagem teve oportunidade de degustar a deliciosa Cachaça e podemos afirmar, que se trata de uma das melhores cachaças, já produzidas no Brejo Paraibano.
O Engenho Martiniano é, também, uma excelente opção de passeio turístico e fica bem pertinho de Bananeiras, na Rodovia PB 85, Km 02 - Serraria-PB.






Bravo! Bravo! Bravo! Para a Filarmônica de Bananeiras.

Mais uma vez, pudemos registrar uma bela performance da excelente Filarmônica de Bananeiras. Desta vez, foi uma apresentação no distrito de Chã do Lindolfo, dentro da programação Sons do Brejo. A Filarmônica de Bananeiras deu um verdadeiro show de afinação e talento de seus músicos. Com um repertório variado, que vai desde a música cássica, passando pela MPB, chegando até as inesquecíveis músicas das Big-Bands norte-americanas.
Pode ser notado, o empenho e dedicação dos componetes da Filarmônica, que inclui em seus quadros, diversos elementos femininos, tocando os seus instrumentos, com garra e emoção, na execução de diversos números da nossa melhor música.
O público que compareceu ao concêrto da Filarmônica, era constituído de muitos jovens, que ouviam com entusiasmo os acordes da Orquestra. A Filarmônica de Bananeiras está de parabéns e não fica nada a dever, frente a outras orquestras.



 





Esporte Olímpico do Tiro ao Arco Já é Praticado em Bananeiras 


O francês Christian Barbé casado com a brasileira Myrta Cavalcanti Barbé, adquiriram um chalé em Bananeiras e passam as férias entre a praia do Bessa e a cidade de Bananeiras. O casal, apesar de se encontrar em férias na Paraíba, não parou de praticar o seu esporte predileto, o tiro ao arco. Com a colaboração da prefeita Marta Ramalho Leite, conseguiram espaço para treinamento, no campo de Futebol de Bananeiras, atraindo curiosos e pessoas interessadas em aprender a praticar o tiro ao arco. Foi quando surgiu a idéia de proporcionar aprendizado e treinamento, para os que mostraram interesse nessa modalidade de esporte olímpico. Da idéia, à ação, o casal Barbé, entrou em contato com o seu clube de tiro ao arco, na França, solicitando o envio de equipamentos usados ou reciclados (que pudessem servir para o treinamento de arqueiros iniciantes), para serem doados à cidade de Bananeiras. O DAC-Divonne Arc Clube, de imediato, respondeu, com o envio de quatro equipamentos completos, absolutamente novos, não usados, zero km!
A entrega oficial dos equipamentos, doados à Cidade, aconteceu no prédio da Secretaria de Educação da Prefeitura e contou com a presença do secretariado da prefeita Marta Ramalho, além dela própria. Durante a solenidade, Myrta Barbé fez uso da palavra, transmitindo às pessoas presentes, a sua alegria em poder ter tido a oportunidade de plantar a semente do esporte do tiro ao arco, na Paraíba, sendo a cidade de Bananeiras, privilegiada, como pioneira na prática desse esporte. Na mesma ocasião, Myrta Barbé leu carta do presidente do Divonne Arc Clube, monsieur Georges Llansó, fazendo votos de sucesso aos futuros praticantes do tiro ao arco e quem sabe, futuros campeões do arco e flexa paraibanos. Cada equipamento de tiro ao arco, é composto do arco tradicional, fabricado com empunhadura de madeira e espátulas de fibra de vidro, flexas em fibra de carbono, aljavra (porta-flexas), dedeiras em couro (protetores das mãos), visor e botão de regulagem, além de manual com regras de comportamento de segurança no tiro ao arco.
Encerrando a solenidade, a prefeita Marta Ramalho Leite, agradeceu a doação dos equipamentos para Bananeiras, fazendo questão de demonstrar a sua satisfação em receber os novos moradores da Cidade, Christian e Myrta Barbé.
A prefeita Marta Ramalho Leite redigiu carta-resposta, em agradecimento ao Monsieur Llansó-presidente do DAC- Divonne Arc Club, que foi entregue pelo casal Barbé, no final do mês de maio, quando eles retornaram à França.
A sobrinha do casal Barbé, Luíza Helena Cavalcanti, 10 anos, já está praticando o tiro ao arco, em Bananeiras (sob a orientação dos tios), que lhe presentearam com equipamento de arco e flexa. Luíza foi escolhida como mascote dos futuros praticantes do tiro ao arco de Bananeiras.


 





O Comunicador das Massas

O empresário e radialista Paulo Edno, surpreende a todos, pela sua extraordinária facilidade de comunicação, através das ondas da Rádio Integração de Bananeiras. Conduzindo o programa, "Sábado Espetacular", Paulo realiza entrevistas, bate-papos, pesquisas e enquetes, com simplicidade, alegria, simpatia e competência. A enorme audiência de ouvintes, que liga para a emissora, atesta o alcance do programa.
Neste sábado o fotógrafo Guy Joseph foi entrevistado, para falar de sua exposição fotográfica, com inauguração marcada para o dia 30 de julho, às 17 horas. Guy ficou impressionado com o desempenho do comunicador, que faz o programa, com maestria, deixando fluir os diversos quadros, com extrema facilidade. A Rádio Integração está de Parabéns!

 





Rituais de Brutalidade
Por Petrônio Souto*

 Um jovem médico observa que as doenças sexualmente transmissíveis, a gravidez precoce e o alcoolismo entre jovens e adolescentes, no interior da Paraíba, já atingem os níveis das grandes tragédias humanas. E, mesmo sem possuir dados de pesquisa, apenas baseado na experiência profissional, aponta uma causa: os seguidos megashows que são realizados nas comunidades interioranas, outrora cidades pacatas que só se divertiam nas festas populares tradicionais.
Basta ouvir rádio para tomar conhecimento dos mil e um carnavais fora de época, rodeios, vaquejadas e megashows de bandas de forró e axé, eventos quase que diários, que embalam, pela Paraíba afora, farras homéricas de multidões inteiras, reunindo gente de todas as idades, sobretudo rapazes e moças. As singelas festinhas de padroeira do passado foram simplesmente soterradas por essas avalanches de barulho e violência.
Consagramos uma espécie de antropofagia pantagruélica que vê poesia no axé, folclore no apelo brega-erótico das bandas de forró de plástico e diversão sadia nos rodeios e vaquejadas, tudo regado a muito álcool e otras cositas más, orgias, aliás, muitas vezes bancadas com dinheiro público travestido de apoio cultural.
É certo que a sociedade nordestina vive um momento bastante crítico. Vítimas da colonização interna, da massificação cultural do Sudeste, consideramos atraso nossos usos e costumes. Temos vergonha até do nosso sotaque e das nossas manifestações culturais mais autênticas.
O cenário político-cultural de hoje, que faz a interação macunaímica de Brasília com os outros países brasileiros, para usar expressão do amigo Carlos Aranha; a própria (des) ordem política, social e econômica do país e até a casa do Big Brother são campo fértil para a geração dos nossos grandes infortúnios.
Não precisa ir muito longe. Basta parar na trilha sonora. O que se pode esperar de uma sociedade que se encanta com o axé-music e com esse tragicômico forró de plástico, curtidos a mil decibéis?!
O cruel, no entanto, é que, ao invés de refletirmos um pouco mais sobre a nossa triste realidade, optamos por simplesmente reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Aí vem a pergunta: como um garoto ou uma menina do interior do Nordeste pode organizar a sua vida longe da alienação e do crime, se até os momentos de lazer dessas criaturas são verdadeiros rituais de brutalidade?
Claro que esta não é a causa principal dos males que nos afligem. Há uma série de fatores que nos empurram para a barbárie. Mas a simples manchete de um jornal local, no último dia de fevereiro, já confirmaria a observação do jovem médico: Paraíba tem 11 cidades no ranking das mais violentas do Brasil.


*Petrônio Souto é jornalista





Embaixador da Áustria Veio Assistir Concerto em Bananeiras


Em visita ao Estado da Paraíba, o embaixador da Áustria, Werner Brandstettes veio a Bananeiras, exclusivamente para assistir ao concerto da Orquestra Sinfônica Jovem. Acompanhado da sua mulher, Leonie Maria, o embaixador austríaco, mostrou-se vivamente impressionado com a performance da nossa orquestra jovem. O Concerto teve lugar no interior da Matriz de Nossa Senhora do Livrarmento, que se encontrava totalmente lotada, por um público atento e encantado com o desempenho da Orquestra Sinfônica Jovem. A orquestra, depois de executar diversas peças do repertório clássico, passando por algumas obras do cancioneiro popular, finalizou o Concerto com o famoso Bolero de Ravel.
Recebidos pela prefeita Marta Ramalho Leite e seu marido Francisco Ramalha Leite, os visitantes receberam lembranças, criadas e produzidas por artesãos da cidade de Bananeiras. O embaixador Werner Brandstettes, em retribuição, presenteou a prefeita anfitriã com um luxuoso volume contendo fotografias da Áustria.
Em jantar, na casa da prefeita Marta Ramalho Leite, o casal de austríacos pode conhecer e degustar a nossa melhor culinária regional.
Logo após o Concerto da Orquestra Sinfônica Jovem, Werner e Leonie Maria Brandstettes, retornaram ao Recife.




Bananeiras Assiste a Concerto da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba


A cidade de Bananeiras viveu momentos de grande êxtase, com a apresentação do concerto da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba (OSJPB) que aconteceu no sábado (02/08), dentro da programação Caminhos do frio. O concerto faz parte do projeto de expandir a música clássica, contemplando outros municípios, além da Capital, que também estão em pauta ainda para o segundo semestre, com o retorno das atividades das sinfônicas.
O concerto teve lugar na Igreja Matriz Nossa Senhora do Livramento, às 20 horas e contou com a presença de um grande público, que lotou o interior da Igreja Matriz.
O repertório apresentou  "Seleção Luiz Gonzaga", com arranjos do maestro Duda; "Músicas do Festival" Cenas Pitorescas de J. Massenet, Mercado Persa de A. W. Ketelbey, e West Side Story, de L.Bernstein. O concerto foi encerrado com a famosa peça, "Bolero" de Ravel, que arrancou calorosos aplausos da platéia. Esta mostrou com seu entusiasmo e comportamento, que a música de qualidade, tem vez em todas as camadas sociais, desmentindo aqueles que acreditam que o povo só gosta de música ruim e forró de plástico.
O detalhe inusitado, foi a presença do embaixador da Áustria, Werner Brandstettes, acompanhado de sua mulher, Leonie Maria Brandstettes, que em visita à Paraíba, se deslocou para Bananeiras, exclusivamente para assistir ao concerto da Orquestra Sinfônica Jovem da Paraíba.


A "TURMA DA LAJE"

Paulo Marques (com a garrafa de vinho) e
seus convidados. Em vez de restaurantes,
jantares na casa dos amigos

Viver bem com pouco
Foi-se a era de esbanjar e ostentar. A nova ordem global
impõe consumir com parcimônia e priorizar a recompensa
emocional

Andres Vera, Celso Masson e Luciana Vicária

Confira a seguir um trecho dessa reportagem
que pode ser lida na íntegra na edição da revista Época de 31/dezembro/2008.

No início do século XIX, quando a economia dos Estados Unidos ainda engatinhava em direção ao que viria a ser a maior nação capitalista do planeta, o escritor americano Henry David Thoreau (1817-1862) já questionava o consumismo desenfreado que tomara conta de seus conterrâneos.

Desiludido com os rumos da “terra das oportunidades”, Thoreau trocou a vida na cidade por uma experiência de dois anos na Floresta de Walden, em Massachusetts. Em plena expansão da economia capitalista, ele buscava a simplicidade de viver em harmonia com a natureza. Nascia ali uma das primeiras vozes modernas a pregar a frugalidade. “Um homem é rico na proporção do número de coisas das quais pode prescindir”, escreveu Thoreau no livro Walden, a vida nos bosques, obra em que ele relata seu período como eremita.

Quase 150 anos depois, o despojamento perseguido por Thoreau parece enfim estar na moda, inclusive no Brasil. Ele é motivado, em parte, pela crise financeira mundial. A atual escassez de crédito pode encerrar o ciclo de esbanjamento dos últimos anos e dar início a uma nova era de austeridade. Antes do estouro da bolha forçar um basta à extravagância, porém, outros filósofos do cotidiano se propunham a recuperar e atualizar teorias parecidas com as de Thoreau e também com as de clássicos como os gregos Aristófanes e Epicuro. São ideias que propõem uma revisão radical das escolhas e dos hábitos de consumo. No lugar da gastança, o comedimento. “A frugalidade é uma maneira de recuperarmos coisas imateriais importantes que haviam sido perdidas: tempo, saúde e felicidade”, disse a ÉPOCA o escritor e documentarista americano John de Graaf, autor do livro Affluenza: the all-consuming epidemic (algo como A epidemia do consumo total), ainda sem previsão de lançamento no Brasil. Affluenza é um trocadilho criado a partir de influenza, nome inglês do vírus causador da gripe. Segundo Graaf, o consumo também seria uma doença, caracterizada por “sintomas de ansiedade, dívidas e desperdício”.

Antes que Graaf descrevesse o consumo como doença, a pressa já havia sido diagnosticada como um sintoma de desvio comportamental típico da nossa era. “Vivemos o delírio do tempo. Tudo tem de ser veloz. O processo e a reflexão são sempre pouco importantes”, diz o filósofo Mário Sérgio Cortella, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “A gente só faz o urgente, o importante fica para depois”. Uma vacina contra essa mentalidade da urgência surgiu na Itália, em 1986. Foi quando alguns donos de restaurante italianos se uniram para barrar o avanço das redes de fast-food. Surgia assim o slow food, um movimento para resgatar os prazeres da mesa que iam se perdendo com as refeições rápidas e industrializadas. A ideia deu origem a uma filosofia de desaceleração. Em 2002, a cidade japonesa de Kakegawa se autointitulou a primeira cidade “slow” do mundo. A prefeitura lançou um manifesto com ideias para uma vida mais saudável e devagar. A população de 118 mil habitantes foi conclamada a andar a pé, construir casas com bambu e papel e cultivar o hábito do tradicional chá japonês. A prefeitura também passou a tomar medidas para negociar a redução da carga horária dos trabalhadores da cidade. A lógica do slow food ainda serviu de exemplo para o conceito do slow travel (turismo sem pressa), que propõe conhecer menos destinos com mais profundidade, mergulhando na cultura local.

Kakegawa, no Japão, se autointitula a primeira
cidade
slow do mundo. Ali, a pressa não faz sentido

Lentamente, como é de esperar, o “movimento slow” avança para além da culinária e do turismo. “Quando olharmos para trás, vamos reconhecer que viver de maneira tão intensa e rápida não nos trouxe felicidade”, disse em entrevista a ÉPOCA o escritor escocês Carl Honoré, um dos pioneiros dessa filosofia (leia trechos da entrevista na última página). Depois de escrever o livro Devagar (Editora Record), Honoré dedicou-se a investigar como as relações entre pais e filhos são afetadas pela velocidade do cotidiano. A experiência resultou no livro Under pressure (Sob pressão), que será lançado no Brasil em julho. “Gastamos muito dinheiro e tempo planejando atividades complexas para nossos filhos. Na realidade, seria melhor para eles (e para nós mesmos) simplesmente passar o tempo juntos”, diz.

Dedicar mais tempo à convivência com os filhos ou amigos é uma das chaves dessa revisão de valores. “O importante é reunir os amigos, e melhor ainda se não tivermos nenhum motivo para isso”, diz o empresário do setor de plásticos Paulo Marques, de 44 anos. Ele é um dos anfitriões de uma confraria informal que surgiu num prédio de classe média alta, no Morumbi, em São Paulo. As reuniões da “turma da laje”, como os próprios se denominam, primam pelo requinte gastronômico, sem perder o espírito festeiro. Ao som de Tim Maia, bebem champanhe, uísque e cerveja. Os dez casais que participam da confraria aos poucos foram substituindo os jantares em restaurantes e as conversas em barzinhos pelo encontro no apartamento do vizinho. Numa das últimas reuniões, Rose, a mulher de Marques, que é designer de interiores, descobriu que uma das vizinhas assaria um cordeiro. Prontificou-se a levar o vinho e as taças. “Se eu saísse de casa para consumir isso, gastaria cinco vezes mais”, diz João Carlos Mello, empresário do setor de energia, outro integrante do grupo. O custo-benefício não é, porém, a principal motivação para as reuniões. “Muitos daqui não têm família em São Paulo, e ficar perto dos amigos tira um pouco a impessoalidade da cidade”, afirma Herbert Andrade, diretor-comercial do canal de TV Fox. O grupo também enumera outras razões, como a fiscalização da Lei Seca, o tempo perdido no trânsito e a distância dos filhos pequenos. “Nada melhor que ficar em casa durante o fim de semana. Só precisamos procurar alguma luz acesa pelo prédio”, diz Marques.

Nota do Editor do site: transcrevo esse trecho da reportagem da revista Época, por me sentir em perfeita sintonia, com essa tendência mundial. Faz um ano e quatro meses, que mudei com minha família para a cidade Bananeiras, visando o sossego e uma vida mais saudável.





A foto mostra o violonista Jó em
diálogo musical com José Teixeira,
no Cavaquinho.         ©Guy Joseph



Afoxé, pandeiro e surdo, compõem
e enriquecem a sonoridade do Grupo
Pau e Cordas              ©Guy Joseph



O palco armado na Praça reúne os
músicos do Grupo Pau e Cordas.



O solo da Flauta Transversa encanta
à platéia. Música de qualidade na Praça.



Diversos números musicais, fizeram
a alegria do público.   ©Guy Joseph


Grupo Pau e Cordas
se Apresenta na Praça

Por Guy Joseph*
 
Como acontece todos os sábados e até o fim do Ano de 2008, o programa "Música na Praça" patrocinado pela Prefeitura Municipal de Bananeiras, apresentará as mais diversas atrações musicais, do rico acervo do Brejo Paraibano.
A frequência de público, ainda é tímida, devido a uma certa inércia do público, tão mal acostumado com os grandes espetáculos das chamadas bandas de "forró de plástico". Pois, o que diferencia este projeto, é, justamente, a escolha criteriosa, com relação à qualidade dos conjuntos e bandas escolhidos para se apresentar dentro do projeto "Música na Praça".
Na Praça principal de Bananeiras, já se apresentou o JP Sax e o conjunto de chorinho, Pau e Cordas. No último sábado (20/12), apresentou-se a "Big Band" de Batista Silva, que deu um show primoroso, levantando os aplausos da platéia presente na Praça.
O grupo de chorinho, Pau e Cordas é formado por José Teixeira, tocando Cavaquinho e Violão de 7 cordas; Jó, no violão, Humberto, na Flauta Doce e Flauta Transversal; Marquinhos, no Pandeiro; Bel, no Surdo; Nildo, no Afoxé e, na Flauta Doce, o “Irmão”, apelido carinhoso, dado pelos colegas de música.
O projeto "Música na Praça", além de seu objetivo cultural é, também, uma forma de reunir a sociedade, na praça púbica, resgatando o hábito saudável de apreciar a boa música, na rua, sem a obrigatoriedade de ter que "levantar os bracinhos", numa coreografia alienada, cultivada pela música de qualidade duvidosa, que se esconde atrás dos efeitos sonoros e visuais e que mascaram a falta de talento musical.


* Guy Joseph é fotógrafo e editor do site www.simparaíba.com





Início da Festa           ©Guy Joseph


Alunos do Santa Vitória Concluem Alfabetização

Por Guy Joseph

No dia seis de dezembro de 2008, alunos, pais, professores e convidados, participaram da grande festa de formatura, dos concluintes da alfabetização do Educandário Santa Vitória. Uma solenidade, com todos os seus ritos, a festa dos pequeninos era levada com muita seriedade e compenetração por todos os alunos concluintes. Depois de formada a mesa, foi iniciado o desfile das Bandeiras, do Brasil, do Estado, do Município e a bandeira do Educandário Santa Vitória, conduzidas com muita emoção, por diversas professoras. Em seguida, todos de pé, cantaram o Hino Nacional. Os rituais se sucediam, com o juramento, feito por todos os concluinte, a entrega dos diplomas e dos anéis. A valsa foi o ponto alto da festa, dançada com muita alegria, pelos alunos concluintes, seus padrinhos, pais e mães.
Refrigerantes, doces e salgadinhos, eram servidos nas diversas mesas, espalhadas no grande salão do Ginásio de Esportes de Bananeiras.
Confira nas fotos abaixo. (Clique nas fotos, para ampliar).


A diretora Maria do Socorro, preside
a mesa e dá início à solenidade
©Guy Joseph



Professora Livramento, conduz o
Pavilhão Nacional       ©Guy Joseph


Professora Lucilene com a Bandeira
de Bananeiras           ©Guy Joseph


Os diplomas eram conduzidos com
muito cuidado.          ©Guy Joseph


A pequena Thayslla na companhia
de seus familiares      ©Guy Joseph


Kewin recebe o anel de formatura das
mãos de sua madrinha. ©Guy Joseph


O padrinho coloca o anel no dedo da
pequena Lívian            ©Guy Joseph


Na hora da valsa, Ícaro caprichou
nos passos               ©Guy Joseph


O concluinte César, recebe os
cumprimentos da professora Maria
José                         ©Guy Joseph





Rua do Vento    Foto: ©Guy Joseph

Eleições na Rua Do Vento

Por Guy Joseph

A Rua Ascendino Neves (mais conhecida, como Rua do Vento), volta a chamar a atenção da população da cidade de Bananeiras, proporcionando uma verdadeira lição de cidadania. Neste domingo, 23 de novembro de 2008, a Rua do Vento promoveu eleições, para a escolha de Prefeito e Vereadores, próprios. Como já se tornou tradição depois das eleições municipais, os moradores da Rua se mobilizam para eleger os representantes (paralelos aos oficiais), que vão atuar junto às autoridades municipais. A disputa é acirrada, com realização de comícios, que antecedem o pleito, com muita alegria, civilidade e entusiasmo.
Localizada na periferia da cidade de Bananeiras, numa altitude de 527 metros acima do nível do mar, a Rua do Vento promove essa ação comunitária, com muita seriedade e podendo contar com uma participação maciça e espontânea dos seus moradores.
A Rua do Vento já se tornou conhecida além dos limites da cidade de Bananeiras, atraindo visitantes e curiosos, que fazem questão de conversar com os moradores da famosa e inusitada via urbana. Durante a manhã de domingo, durante a votação, a nossa reportagem encontrou a equipe de filmagem do cineasta Torquato Joel, que realiza um filme sobre a Rua do Vento, com o patrocínio da Petrobras.
As fotos do evento mostram com riqueza de detalhes (clique nas fotos para ampliá-las), o desenrolar das eleições, na já famosa Rua do Vento.


A Rua do Vento acordou cedo para
ir às urnas       Foto: ©Guy Joseph


Espontaneamente, os moradores se
apresentavam    Foto: ©Guy Joseph


Ainda havia quem colasse os últimos
cartazes de campanha
   Foto: ©Guy Joseph


Os gêmeos foram testemunhas da
lição de cidadania
    Foto: ©Guy Joseph


A brincadeira das crianças, na Rua,
alegrava o evento
   Foto: ©Guy Joseph


O cineasta Torquato Joel conversa com sua
equipe de filmagem    Foto: ©Guy Joseph


Eleitores de todas as idades foram
depositar o seu voto  Foto: ©Guy Joseph


Zeca, é um dos moradores da Rua
do Vento         Foto: ©Guy Joseph


Da janela, as moças assistem ao
movimento da Rua   Foto: ©Guy Joseph


Festa de Emancipação Política em Bananeiras



A multidão lotou as ruas de Bananeiras, para
comemorar o aniversário de 129 anos da Cidade.


Todos queriam assistir ao show de Amazan.
Clique na foto, para ampliar


No palanque oficial a prefeita Marta Ramalho,
ladeada pelos deputados Arthur C. Lima e Efraim Filho


Deputado Efraim Filho e o Secretário de
Estado, Ramalho Leite, no palanque oficial.













A prefeita re-eleita, Marta Ramalho e o
deputado federal Efraim Filho


Gorete, Joseane, Jô e sua irmã, foram curtir,
dançar e se divertir no show de Amazan.


Amazan fez um show irrepreensível e que levou a plateia
ao delírio, no aniversário da cidade de Bananeiras.


Amazan e suas Amazanetes, divertiam e animavam o
grande público que compareceu à festa de Bananeiras


Odilon recebe o abraço de uma fã, que fez questão
de posar para a nossa reportagem fotográfica.


Bananeiras Comemora
129 Anos

A cidade de Bananeiras, comemorou os seus 129 anos de emancipação política, com uma festa que reuniu uma grande multidão na avenida Jurandir Rocha. Em um palco armado (que fechava a rua), apresentaram-se diversos artistas, como a Banda Rabo de Foguete, Amazan e Mastruz com Leite. A grande atração, que era ansiosamente aguardado, o cantor Amazan, fazia a multidão cantar e dançar. O público permaneceu na rua, até as quatro e meia da manhã, quando a festa foi encerrada com o show da Banda Mastruz com Leite, vinda de Fortaleza, especialmente para o evento.
No palanque oficial, diversas autoridades se revezavam nos cumprimentos à prefeita Marta Ramalho. Entre os presentes, podiam ser vistos, os deputados Arthur Cunha Lima e Efraim Filho, que vieram da Capital, para participar da festa de aniversário de Bananeiras.
Durante o dia, diversas ações administrativas, marcaram a data, com a entrega de casas populares, no Conjunto Arlindo Ramalho e em Vila Maia. Inauguração da pavimentação e drenagem em Gamelas e nos Conjuntos Arlindo Ramalho, Major Augusto, Rua Santa Terezinha, com os gabíões que sustentam a rua. A prefeita Marta Ramalho, também fez entrega, à população, do Centro de Convivência do Idoso Yoiô Déco, totalmente reconstruído depois de sofrer durante oito anos com destruição  e abandono.



Anely, Ana Gondim, Regina e Helena


Bananeiras Recebe Visitantes

Bananeiras recebeu a visita ilustre de duas personagens femininas, que fazem a vida social e empresarial da Capital da Paraíba. Recepcionadas por Ana Maria Gondim,  Anely Almeida e Regina Von Söhsten, puderam conhecer os mais diversos atrativos turísticos da cidade de Bananeiras. Maravilhadas, Anely e Regina, não se cansavam de admirar a natureza e a bela paisagem vista do chalé de Ana Gondim.
À noite, com a temperatura mais baixa, puderam apreciar um bom vinho, acompanhado de pão e tomates secos. Durante a degustação, os assuntos eram colocados em dia, além  do relato dos últimos acontecimentos da Capital.
Anely e Regina, antes de partir de volta à Capital, visitaram o Engenho da Cachaça Triunfo, na vizinha cidade de Areia, ficando maravilhadas com tudo o que viram e conheceram. No domingo de manhã, voltaram à Capital, reafirmando a excelente impressão que tiveram da cidade de Bananeiras.

 


Grupo Animado, no Pesque & Pague

Chegam Mais Turistas Com a Mais Brasil Turismo


A Mais Brasil Turismo - do jovem empresário Isaac Batista -, continua trazendo grupos de turistas para conhecer o Brejo paraibano. A Mais Brasil Turismo, com sede na Capital da Paraíba, sempre tem oferecido pacotes turísticos destinados às pessoas que apreciam o turismo de aventuras, passeios ecológicos, trilhas, etc. Um dos grandes sucessos dos pacotes oferecidos pela Mais Brasil Turismo, tem sido o Projeto Vivências, onde o turismo de natureza é o tema principal, para as pessoas que gostam da natureza e  de fotografar. No Projeto Vivências, o participante tem a oportunidade de conviver com o fotógrafo Guy Joseph, que acompanha o grupo e serve de instrutor de fotografia, dando dicas e orientando os fotógrafos amantes da natureza, como melhor fotografar na mata, na cachoeira, na montanha, etc.
Neste último fim de semana, Isaac aportou no Pesque & Pague Jardim para o almoço, acompanhado de um entusiasmado grupo.



 
Pau e Cordas Foto: ©Guy Joseph


Jó & Teixeira Foto: ©Guy Joseph


Pau e Cordas, pra Toda Obra

Durante a realização do projeto Caminhos do Frio-que aconteceu na cidade de Bananeiras, entre os dias 28 de julho e 02 de agosto/2008-, diversas atrações artísticas tiveram a oportunidade de se apresentar ao público bananeirense. Entre as belíssimas performances, podemos destacar a presença de um grupo musical, que se apresentou durante o concorrido evento cultural: o conjunto de choro, Pau e Cordas, que conseguiu  conquistar calorosos aplausos de uma platéia encantada, pela qualidade dos seus músicos. Mas, é interessante revelar, também, uma curiosidade que reflete o talento e sensibilidade artística de um dos integrantes desse grupo: ele se chama de Jó e, tocando violão de 6 cordas, no conjunto Pau e Cordas, faz da marcenaria, a sua atividade profissional diária. Diga-se, de passagem, que a qualidade do seu trabalho construindo peças de madeira, rivaliza com a sua sensibilidade musical, ferindo as cordas do seu violão, no conjunto Pau e Cordas.
O grupo Pau e Cordas é formado, ainda, por José Teixeira, tocando Cavaquinho e Violão de 7 cordas; Humberto, na Flauta Doce e Flauta Transversal; Marquinhos, no Pandeiro; Bel, no Surdo; Nildo, no Afoxé e, na Flauta Doce, o “Irmão”, apelido carinhoso, dado pelos colegas de música.
O grupo de choro Pau e Cordas é uma das grandes  preciosidades artísticas do Brejo paraibano e merece o incentivo, além dos aplausos, de todos os que vêem na arte, a oportunidade de engrandecimento espiritual do homem, em nossa sociedade moderna.

 


Foto: ©Guy Joseph


A Rua do Vento


A Rua Ascendino Neves, é praticamente desconhecida da população da cidade de Bananeiras. A rua é mais conhecida, como Rua do Vento e fica localizada na periferia da cidade de Bananeiras, numa altitude de 527 metros acima do nível do mar, nas coordenadas, Latitude: S - 06º 45’ 65“ Longitude: 35º. 38. 26,3” onde acontece uma ação comunitária, das mais sui generis, em todo o Brasil: os moradores elegem, a cada quatro anos, prefeito e vereadores de sua própria rua, em uma disputa acirrada com o envolvimento de outros logradouros da bucólica cidade do brejo paraibano. A Rua do Vento se notabiliza por liderar diversas manifestações e folguedos populares onde tem seu próprio Carnaval e o seu São João, é dos mais tradicionais e animados.  O atual prefeito se chama José Trindade da Silva, mais conhecido como “Ratinho”. A Rua do Vento rivaliza com a Rua da Cadeia e em diversas ocasiões, a disputa chega a ser  exacerbada.
As eleições na íngreme e curvilínea Rua do Vento acontecem logo após o pleito municipal, oficial. Para alguns, mera brincadeira inconseqüente, para outros, um exercício de pura cidadania, haja vista os benefícios que a comunidade vem conquistando junto ao poder público. O imaginário e o social se dão às mãos, onde o vento faz a curva, secando as multicoloridas roupas estendidas nos varais dos verdes quintais de uma rua cheia de riqueza, em manifestações populares, como os seus blocos carnavalescos, suas lapinhas e quadrilhas juninas.
A Rua do Vento já se tornou conhecida além das fronteiras da cidade de Bananeiras, atraindo visitantes curiosos, que fazem questão de poder caminhar e conversar com os moradores da famosa e inusitada via urbana.
A solidariedade, também se faz presente: para fotografar a rua, que está sendo calçada, descemos por um trecho de barro, onde um cano estourado fez o terreno em aclive acentuado, se tornar extremamente escorregadio, fazendo-nos atolar. Imediatamente, os moradores da rua, vieram em  nosso socorro, ajudando-nos a tirar a caminhonete do atoleiro.
A Rua do Vento está a merecer a atenção da mídia nacional, pela sua peculiaridade e curiosidade, próprias.
 






Feijão Guandu - Um Injustiçado

Tendo nascido na Capital, eu conheci o Feijão Guandu, quando tinha cerca de dez anos de idade. Acontece que, um empregado da casa de meu pai, plantou sementes de Guandu no nosso quintal e passamos a colher e consumir a deliciosa leguminosa. De lá pra cá, nunca mais tinha tido notícias do Guandu. Agora, residindo em Bananeiras, re-encontrei o feijão, que não faz lá muito sucesso entre a população. A má querência em relação ao Guandu se dá, pela forma errada com que as pessoas fazem o cozimento do feijãozinho. O amargor (de que a maioria das pessoas se queixa), se deve ao fato de que o feijão Guandu (assim como a fava), deve ser cozido em água e sal e logo em seguida, a água (que fica amarga), desse cozimento deve ser jogada fora. Na segunda fervura, aí sim, entram os temperos preferidos. O Guandu não deve ser servido com muito caldo e deve ser acompanhado de arroz, costelinhas de porco e farofa. Existem, ainda, inúmeras outras formas de servir o feijão Guandu, como por exemplo em saladas frias ou à moda do feijão Tropeiro.
O feijão Guandu pertence à familia das leguminosas, sendo uma das culturas mais antigas no mundo, sendo considerada em quinto lugar na ordem de importancia entre as leguminosas no mundo. Segundo alguns autores é originária da África, para outros, seria originária da Índia e teria chegado há milenios à África, onde diversas variedades são cultivadas. Deste modo chegaram na Ámérica através do trafico de escravos. Atualmente é cultivado em todas as áreas tropicais, sub-tropicais e temperadas, como a parte norte do estado da Carolina - USA.
O Guandu é uma rica fonte de nutrientes para a alimentação humana. O uso mais comum na Índia e outros paises do Oriente, é uma forma de "dhal", que consiste em retirar a pele das sementes secas e parti-las pela metade. Com este processo, as sementes podem ser guardadas por mais tempo, sua digestibilidade melhora, além de ter um perfil de aminoácidos semelhante aos da soja. Em paises da America Central, as sementes verdes são usadas substituindo as ervilhas e enlatadas em forma de conserva. No Brasil o guandu é muito pouco utilizado. Em muitas áreas rurais, é considerado alimento de pobre, usado em substituição ao feijão, nos casos de extrema necessidade. É uma pena, pois pela sua riqueza em nutrientes, sua resistencia a sêcas e a possibilidade de produzir várias safras, é uma cultura que deveria ser plantada em todas as propriedades rurais do país.
O preconceito relativo ao Guandú, tem suas orígens em equívocos da nossa cultura culinária. O mesmo preconceito, da classe mais abastada, que já considerou a feijoada, a fava e o bacalhau, como comida da "ralé".


 


 



Guandu Com Carne de Porco

Existem inúmeras formas de preparar e servir o feijão Guandu. Uma delas, é o Guandu com carne de porco. Confira: debulhar o feijão e levar ao fogo para ferver; Em outra panela ferver a mesma quantidade de água; Quando as duas águas estiverem fervendo escorrer o feijão e juntar a água da outra panela. A primeira água em que o Guandu ferveu ficou amarga e por isso não serve mais. Deixar em fogo brando até cozinhar. O feijão Guandu, fresco, cozinha rapidinho. Quando puser a segunda água pode juntar, também, ½ quilo de carne de porco defumada, a qual, se deve dar uma fervura à parte. Se não quiser juntar a carne de porco, deixar cozinhar sozinho. Momentos antes de servir, quebrar uns ovos dentro. Estes serão tantos quantos forem as pessoas. O feijão Guandu não deve ficar com muito caldo.


  



 





Condomínio Águas da Serra

A nossa aprazível cidade de Bananeiras já dispõe, do mais arrojado empreendimento imobiliário, já visto na Paraíba, digno de países do primeiro mundo. Estamos nos referindo ao Condomínio "Águas da Serra", que leva a assinatura do reconhecido arquiteto Expedito Arruda. Trata-se de mais um empreendimento, com a ousadia e visão empresarial de Alírio Trindade Leite e Josa Cirne, pioneiros em oferecer o conceito de condomínios fechados, com a qualidade e o arrojo que lhes são peculiares. 
No churrasco (impecável), oferecido aos investidores, Alírio e sua Miriam, se desdobravam em receber os convidados, vindos do Rio Grande do Norte, de João Pessoa, Recife e Maceió.
O
Condomínio Águas da Serra, dispõe (entre outros equipamentos), de heliporto, campo de golfe, clube social, engenho de cachaça, piscina térmica, além de haras, com cavalos preparados para passeios ecológicos. A vista do Condomínio Águas da Serra, é deslumbrante e indescritível! Vale àpena dar uma chegadinha, para conferir.




Gerardo, Patrícia e Ana Maria Gondim 

Visitas Ilustres

A cidade de Bananeiras vem registrando um fluxo de visitantes, que ultrapassa a simples curiosidade turística. A reportagem do Via-Bananeiras tem observado a vinda de inúmeras pessoas, que estão sempre marcando presença aos eventos da Cidade. Uma dessas pessoas, só para citar um exemplo, é o jornalista Gerardo Rabello, que (não é de hoje), visita Bananeiras, com freqüência. Outro ilustre visitante, é o fotógrafo Gustavo Moura, que vem desenvolvendo um projeto fotográfico sobre o Brejo paraibano e, vez por outra, aporta em Bananeiras, com o objetivo de usufruir de suas belezas naturais, fotografar e tomar um vinho com os seus amigos, que residem aqui.
Na foto, Gerardo Rabello, sua mulher Patrícia e a secretária de Cultura e Turismo, Ana Maria Gondim, durante um churrasco.

Roteiro Turistico de Bananeiras

Para quem visita a cidade de Bananeiras, a passeio, eis algumas sugestões: visitar o Centro Cultural Isabel Buriti; Casa de Solon de Lucena; Igreja Matriz de N. S. do Livramento; Colégio Agrícola Vital de Negreiros; Conjunto Arquitetônico da Cidade; Sagrado Coração de Jesus; Prédio dos Correios; Sobrado das Meninas; Túnel Ferroviário; Cruzeiro de Roma; Hotel Pousada da Estação (antiga Estação Ferroviária); Igreja de São José e Casario de Vila Maia; Cachoeira do Roncador; Engenho Goiamunduba (fabricante da Cachaça Rainha); Sítio Paleontológico "As Canoas"; Trilha do Umari (incrições e pinturas rupestres); Trilha do Trem. As informações de acesso e localização, podem ser conseguidas na Casa do Turista, localizada na Praça Epitácio Pessoa - Centro - Telefone: (83) 3367-1112
casabnturista@yahoo.com.br 
www.bananeiras.pb.gov.br


Onde Comer

Restaurante da Pousada da Estação
Telefones: (83) 3367 1339  9163 0985
Churrascaria Boi na Brasa Telefones: (83) 3367 2012  9131 0322
Bar e Restaurante Central  Telefone: (83) 9126 5180
Pizzaria e Soparia Aconchego Telefone: (83) 9121 9820
Stilus Bar Telefone: (83) 3367 1057
Emillys's Pizzaria Telefone: (83) 3367 1004
Restaurante do Posto Telefone: (83) 3367 1015
Tapiocaria Telefone: (83) 9136 6362
Pesque e Pague Jardim Telefone: (83) 3363 2716  9931 0346






Onde se Hospedar

Pousada da Estação
Tel: (83) 3367 1339  9163 0985 Reservas:
pousadaestacao@yahoo.com.br
Hotel Fazenda Vale do Paraíso Tel: (83) 3363 3372 Reservas: reserva@hotelvaledoparaiso.com.br
 


 



Bananeiras Está na Moda

O incentivo governamental foi de fundamental importância para que o município de Bananeiras se tornasse referência na implementação de inúmeras atividades ligadas ao turismo. A visibilidade conquistada, não foi obra de um passe de mágica, mas, fruto de um trabalho pensado e organizado, constante e perseverante, visando dotar a Cidade de infra-estrutura adequada a recepcionar os visitantes que, com certeza, viriam. Vale lembrar, que neste esforço, a promoção de eventos, especialmente nas áreas da cultura e dos esportes de aventura, ganharam uma roupagem inédita, associando-se às festividades tradicionais, valorizando as tradições, ao mesmo tempo em que recebia uma maquiagem atraente e moderna. Através da Secretaria de Cultura e Turismo, com o apoio valioso da Universidade Federal da Paraíba, a Prefeitura de Bananeiras vem desenvolvendo um projeto de resgate da cultura popular que, além de oxigenar a identidade cultural local, vem ampliando o leque de novos atrativos para os visitantes. Podemos citar a arte dos rabequeiros, grupos de forró-pé-de-serra, mamulengueiros, ciranda, a dança do camaleão, temperadas com o sabor das comidas típicas e a beleza dos produtos artesanais oferecidos. Pode-se constatar, facilmente, que os visitantes estão chegando, cada vez em maior número. Afinal, Bananeiras virou moda!





Caminhos do Frio


De 07 de julho a 20 de agosto de 2008,  o Brejo está oferecendo um roteiro para aquecer a programação cultural paraibana. Composta por uma vasta programação cultural e turística, as cidades de Alagoa Nova, Areia, Serraria, Bananeiras, Alagoa Grande e Pilões, integradas, serão sede do que se convencionou chamar de Caminhos do Frio. A programação envolve exposições de arte, espetáculos de teatro, cinema, música, oficinas, shows, dança, etc. A programação de Bananeiras começa em 28 de julho, com oficinas de Artes Plásticas-Pintura Primitiva; Dança de Salão para a Melhor Idade; Material Reciclado na Arte; Direção Teatral; Expressão Corporal.


Nouveau club au nord-est du Brésil*
*Novo Clube no Nordeste do Brasil

Matéria publicada na revista mensal da FITA-Federação internacional de tiro ao arco, com sede em Lausanne/Suiça.

*Après sêtre marié avec une Brésilienne, un ressortissant français fan de tir à larc, Christian Barbé, a eu lidée de créer un club dans la ville de Bananeiras dans létat brésilien de Paraiba. Face à des problèmes pour trouver du matériel de tir à larc sur place, Christian Barbé a contacté deux clubs de tir à larc en France afin de recevoir du matériel pour démarrer ce nouveau club. Malgré les difficultés rencontrées et grâce à la générositéde ces deux clubs et à la persévérance de Christian, du matériel a pu être acheminé à Bananeiras. Ayant eut connaissance des difficultés pour lacheminement de matériel au Brésil, la FITA a convenu dune solution avec le Comité Olympique Brésilien. La FITA souhaite remercier Christian Barbé pour son initiative et son dévouement pour le développement du tir à larc.

* O texto (em tradução livre), diz que Cristian Barbé, casado com uma brasileira e adepto do tiro ao arco, teve a idéia de criar um clube de tiro ao arco em Bananeiras, no Estado da Paraíba. Em face dos problemas, em encontrar material de tiro ao arco no lugar, Cristian contactou dois Clubes de tiro na França, afim de receber material para equipar o novo Clube de Bananeiras. Apesar das dificuldades encontradas e graças a generosidade dos dois Clube franceses, novos materiais poderão ser enviados à Bananeiras. A FITA procura uma solução junto ao Comitê Olimpico Brasileiro, para envio do material . A FITA reconhece o esforço de Christian Barbé e o aplaude por sua iniciativa, em benefício do desenvolvimento do esporte do tiro ao arco.






XVII Cavalgada em Bananeiras

Grande Cavalgada, com mais de trezentas montarias, desfilou pelas ruas de Bananeiras, no sábado 26 de julho, em uma já tradicional manifestação em comemoração ao dia de Santana. A concentração aconteceu no distrito de Chã do Lindolfo. Em seguida, a XVII Cavalgada iniciou descida para a cidade de Bananeiras, sendo prescedida, por batedores da Polícia Militar do Estado. Em carro-aberto, à frente da Cavalgada, desfilava a atual Miss Paraíba 2008, Kayonara Walleska, esbanjando beleza e simpatia.
A XVII Cavalgada percorreu diversas ruas de Bananeiras, indo em direção à Rua da Cadeia, onde apearam e promoveram um grande confraternização, com cantadores de viola, aboiadores e repentistas.




 


Literatura de Cordel em Bananeiras

O famoso folheto de cordel, "Romance do Pavão Misterioso" é de autoria do paraibano, João Melchíades Ferreira da Silva. O que pouca gente sabe, é que ele nasceu na cidade de Bananeiras-PB, no dia 7 de setembro de 1869, vindo a falecer na Capital da Paraíba, no dia 10 de dezembro de 1933. João Melchíades Ferreira da Silva, foi sargento do exército brasileiro, combatendo na Guerra de Canudos e na questão do Acre. É autor do primeiro folheto sobre Antônio Conselheiro. João Melchíades é autor de mais de 20 folhetos, dos quais destacamos os seguintes: ROMANCE DO PAVÃO MYSTERIOZO, COMBATE DE JOSÉ COLATINO COM CARRANCA DO PIAUÍ, HISTÓRIA DE JUVENAL E LEOPOLDINA, AS QUATRO ÓRFÃS DE PORTUGAL, ROLDÃO NO LEÃO DE OURO, HISTÓRIA DO VALENTE ZÉ GARCIA, A GUERRA DE CANUDOS, PELEJA DE JOÃO MELQUÍADES COM JOAQUIM JAQUEIRA, CAZUZA SÁTIRO, O MATADOR DE ONÇAS e DESAFIO DE JOÃO MELCHÍADES COM CLAUDINO ROSEIRA, dentre muitos outros. 
Fica, aquí, a sugestão do editor: que tal, a cidade de Bananeiras prestar uma homenagem póstuma (monumento, nome de rua, ou placa), ao Pavão Misterioso e ao seu autor.




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